sábado, 30 de janeiro de 2010

Fotografias do lançamento de Primavera Adiada

Seguem-se algumas fotografias captadas aquando do lançamento de Primavera Adiada. Alguma reclamação relativamente à qualidade das ditas, deve ser encaminhada para a minha filha Ana. Ah, e a máquina é boa.

Marcelo Teixeira, o meu editor desde o primeiro livro, a discursar. Depois está este vosso amigo,
a meditar no que iria dizer a seguir; a seu lado Mário Zambujal e Susana Santos,
a muito competente e simpática relações públicas do El Corte Inglés.


Panorâmica pouco esclarecedora da sala

 
O autor em pleno devaneio histórico e tremido,
mas na foto - foi a melhor que encontrei 



O autor e o Convidado.  E que grande honra me
deu o Mário ao aceitar fazer a apresentação
deste Primavera Adiada - e que bem o
fez, mas isso sem surpresa.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

sábado, 23 de janeiro de 2010

Lançamento de Primavera Adiada





Os convites - bonitos como se pode ver - foram entregues; os dados estão lançados. Agora é só esperar que o tempo passe, a sala encha e o livro tenha a projecção que se pretende e já agora, que merece.

Iniciativas de promoção previstas:
- SIC - Edição da Manhã - dia 25;
- Antena 1 - À Volta dos Livros - dia 25;
- Jornal i na edição de dia 26, entrevista com o autor;
- El Corte Inglés - Lançamento dia 26, ao fim da tarde;
- TVI - com Júlia Pinheiro, dia 27, entre as 14 e as 15 horas.

- Ufff... Actividade não falta.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Surpresa...

Enviaram-me esta hiperligação. Experimentem...




http://www.diariodigital.pt/news.asp?section_id=188&id_news=431339




                                                    Ah pois!...

sábado, 16 de janeiro de 2010

Primavera Adiada nas estantes

                                                                                                                                                                                    








Finalmente, aí está a Primavera Adiada. Já se vai vendo. Mais uns dias e estará em todos os postos de venda - assim se quer.
Estive ontem na Oficina do Livro a autografar exemplares de Primavera Adiada para serem oferecidos ao pessoal da comunicação social.

Fiquei a saber que a segunda edição de Estranha Forma de Vida está esgotada e que devemos caminhar para uma terceira. O mesmo poderá acontecer com O Homem da Carbonária, cujos últimos exemplares acompanharam a Primavera Adiada na distribuição.
Para já, longa vida e altos voos a Primavera Adiada.










Fotografia captada numa grande superfície de Oeiras.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Ai de Ti


                                                                                                              AFP
Quando Deus já não existe e a ciência ainda não O
consegue substituir, os homens sofrem

domingo, 10 de janeiro de 2010

As leis têm alçapões?

Carlos Anjos, inspector da PJ e presidente da ASFIC, associação sindical dos investigadores criminais da Polícia Judiciária, deu uma entrevista ao Correio da Manhã e ao Rádio Clube. De tudo quanto foi dito, a comunicação social fez alarido de uma frase: «Ninguém é preso em Portugal por corrupção.»
Não me espanta que tal fosse afirmado, espanta-me sim a repercussão que teve a frase, dada a evidência da situação. Fui ler a entrevista e gostei das questões levantadas, da sobriedade e da ousadia das respostas.
Transcrevo o que se diz a dado passo, a propósito da qualidade das leis portuguesas.

P. - São mal feitas à partida?
R. - Sai logo coxa do legislador. E quando chega ao Parlamento perde-se muita coisa. Perdem-se vírgulas ou põem-se vírgulas a mais e depois criam-se alçapões nas leis.
P. - Porquê?
R. - Eu tenho a minha ideia. Há erros tão crassos e há erros tão óbvios que não pode ser incompetência.
P. - Será o quê?
R. - Má-fé, não sei.

(Entrevista concedida a António Ribeiro Ferreira do Correio da Manhã e a Nuno Domingues do Rádio Clube)
A isto eu chamo uma bomba. O que aqui fica escrito é grave e, a ser verdade, explica muito do que de anormal se passa na justiça. Estou certo que os nossos legisladores ficaram indignados e que nos próximos dias reagirão.
Ou, pensando bem, talvez não; talvez sigam o velho ditado português, talvez optem por não mexer mais... por causa do cheiro.














Imagem surripiada em  http://1.bp.blogspot.com/

sábado, 9 de janeiro de 2010

Korda à tarde, Adriana Miki à noite


Sexta-feira: ao fim da tarde Korda e fotografia, à noite Adriana Miki e jazz.

Na Cordoaria, em Lisboa, está patente uma mostra de Alberto Korda, o fotógrafo cubano que acompanhou de perto as principais figuras políticas do seu país no pós-revolução. Ficou célebre devido à fotografia que fez de Che Guevara, que ainda hoje é a mais reproduzida de sempre. Mas antes da vitória dos «Barbudos da Sierra Maestra», já Korda existia como fotógrafo, particularmente de moda. Foi esta a fase da carreira do artista de que mais gostei. Magníficas imagens de belas mulheres, sedutoras, ousadas mesmo, tendo em conta o tempo - meados dos anos cinquenta. Da fase que se seguiu à revolução proliferam as fardas, as paradas militares, os comícios, os heróis, e não gostei tanto - independentemente da qualidade técnica e estética, que não está em causa, soa a mais do mesmo.

Pertencendo a este período, gostei imenso de algumas fotos de crianças e outras tantas de mulheres, igualmente bonitas, mas mais recatadas que as primeiras, e algumas delas envergando também farda – ora, como é do conhecimento geral, o uniforme militar e um rosto bonito de mulher não ligam bem... Gostos.
Um documentário de meia hora, com uma entrevista ao fotógrafo falecido em 2001, passa em permanência no primeiro andar do edifício em ecrã gigante e ata muito bem as pontas que o visionamento das cerca de 200 fotografias no rés-do-chão pode suscitar. Dele registei a frase que Korda usava nas suas aulas de fotografia, frase essa extraída de O Principezinho de Saint-Exupéry: «Só se vê bem com o coração. O essencial é invisível para os olhos.» Na exposição a que pude assistir senti muito desse essencial.

Quem puder e gostar não falte. A mostra bem justifica um passeio até aquela zona ribeirinha, até porque a entrada é grátis.


À noite, na Fundação Oriente, assisti a um inesperado, embora agradável, concerto de jazz, com uma voz feminina e quatro instrumentistas. Destaco a cantora, Adriana Miki, a fazer lembrar - pela tonalidade, clareza com que fazia sair as palavras e escolha criteriosa dos textos -, a tão precocemente desaparecida Elis Regina, e o saxofonista Desidério Lázaro, um jovem repleto de virtuosismo, que chegou a empolgar o público, apesar da noite gélida.
As sonoridades que nos chegaram durante uma hora e meia, eram claramente de um muito competente jazz bem swigado, como eu gosto, mas sem que as influências brasileiras dos músicos fossem enxotadas, já que aqui e ali espreitava a bossa nova e, mais raramente - particularmente na percussão -, o espírito do samba emergia. Não conhecia esta cantora, que agora lançou o seu primeiro disco e todos os temas que ouvi me soaram a originais. Como não estava à espera de ser surpreendido tão positivamente, parece-me que Adriana Miki, é um nome a ter em conta para estas bandas da estética musical.

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Ano Novo, Livro Novo - A Primavera Adiada cumpre-se


Bom, este exemplar já cá canta; muitos outros cantarão nas livrarias dentro de dias.
O lançamento será lá mais para o fim do mês.

domingo, 3 de janeiro de 2010

Grande Concerto de Ano Novo



Foi prenda de Natal e por isso tive oportunidade de ficar mais à frente na plateia. Não é hábito ver os pés-de-galinha de quem está no palco, mas desta vez aconteceu. Foi no Coliseu de Lisboa, no fim de tarde do segundo dia deste novo ano. E desde já vos digo que foi uma bela prenda; 2 horas de música alegre de Johann Strauss, com a excepção da peça, belíssima por sinal, de Haydn, que terminou a primeira parte. Como se precisasse, aqui e ali, a música foi enriquecida por uma soprano ucraniana, Tamara Khodiakova, e pelo Strauss Ballet Ensemble, que nos fez voar com os seus passes e as roupas vaporosas das senhoras, para os chiques salões da Viena do século XIX. A Strauss Philharmonic Orchestra, dirigida por Piotr Vandilovsky, preencheu, e bem, todos os minutos que durou o concerto, com uma actuação muito sólida, competente, de autênticos especialistas em Strauss como o são os seus elementos; mas sempre com óptima disposição e até com alguns pormenores de bom humor.
É certo que não teve o glamour do tradicional Concerto de Ano Novo, emitido para o mundo todos os dias 1 de Janeiro a partir de Viena, mas seguiu-lhe as pisadas bem de perto, até na descontracção dos intervenientes, que, inevitavelmente, se reflectiu no público. Diferença lamentável: a sala esteve a meio gás, ao contrário do que sucede com o deslumbrante salão vienense, cuja lotação esgota muitos meses antes do espectáculo; diferença agradável: os 46 euros em Lisboa contra os cerca de 300 em Viena, para os melhores lugares. Nem tudo é pior por cá.
Estranhei algumas ausências no programa, desde logo, O Belo Danúbio Azul e a Marcha Radetzky. Sem espanto, constatei que estavam reservadas para os encores, e, a seu tempo, as peças surgiram exactamente por esta ordem, para entusiasmo geral e por forma a que a apresentação terminasse deixando água na boca a quem a ela assistiu, o que, de resto, foi plenamente conseguido. Para repetir no próximo ano, sem dúvida; assim eles voltem.
Dia 8, o mesmo espectáculo estará no Coliseu do Porto. Para a gente do Norte: se gostam e podem ir, não faltem. Aqui entre nós, mesmo não gostando muito, apareçam: vão gostar mais do que pensam. A sério.

PS: as fotos foram desviadas no programa do concerto - esqueci-me da máquina.

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

Dia Mundial da Paz

Abutres num telhado de João Landim, Guiné-Bissau, à espera do almoço

O que é que os abutres têm a ver com a paz? Nada, claro. E o que é que a pomba branca
tem a ver com este tempo? Um 2010 com predominância de pombas
brancas é a utopia para o ano que hoje começa.