sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Um Caso de Polícia - Crime na Biblioteca

Crime na Biblioteca


A Biblioteca Municipal Camões juntou-se ao Laboratório de Polícia Científica, ao Museu da Polícia Judiciária e ao Museu da Farmácia e o resultado são diversas acções que celebram o Romance Policial.

CENA CRIMINAL EM LABORATÓRIO
Exposição de objectos, materiais e substâncias de análise laboratorial.
Até 15 Dez. Horário da Biblioteca

CRIME NA BIBLIOTECA
Simulacro - Convite aos participantes a colaborar na investigação de um crime ocorrido na sala de leitura.
14 Out. 21h30

ESCRITA À LUPA
A literatura policial estará sob a investigação de Carlos Ademar, Eduardo Sucena, Ester Silva e Rui Araújo.
13 e 27 Out., 10 e 24 Nov. 14h30

POLICIAL À MESA
Encontro marcado com os escritores Carlos Ademar, Eduardo Sucena, Ester Silva e Rui Araújo.
7 Dez. 15h00

Quem sabe faz, quem não sabe bate palmas e quem não sabe que não sabe, critica.

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Gosto de palavrões - de Miguel Esteves Cardoso!

Vale bem a pena usar alguns minutos para ouvir este texto pouco recomendável a pudicos, mas muito inteligente e magnificamente dito. Vendo o programa do serão e os artistas envolvidos, lamenta-se de imediato não ter tido conhecimento atempado de tal evento.

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Miguel Hernández

Comemora-se este ano o centenário do nascimento de Miguel Hernández, o poeta espanhol que foi parar às masmorras franquistas pela mão das forças salazaristas, e lá morreu em 1942. Tinha 32 anos.

Deixo aqui algumas fotos de cartazes com versos seus, em jeito de singela mas justa homenagem.


domingo, 5 de setembro de 2010

Festa do Avante 2010 - porque vale a pena ir?


Por variadíssimas razões. A Quinta da Atalaia são apenas alguns hectares de terra, mas
por estes dias, em termos culturais, representam milhares de quilómetros percorridos. 
A alegria contagia
Os galegos marcam sempre presença e com eles a «quimada»
O Baile Popular, a nova formação de João Gil, com
Paulo Ribeiro em grande plano, foi uma bela surpresa 
Lá, está... os galegos e a festa onde quer que estejam. A Andauzia não se esqueceu do centenário do nascimento de Miguel Hernández

As bandeiras dão cor, mas enfim... não são essenciais,
agora  a vista sobre Lisboa, essa não se pode dispensar
Ontem fiz um intervalo nas leituras e fui até Bragança comer uma alheira; depois fui ao Chile e comprei um cartaz do Neruda; passei por Cuba e bebi um mujito; mais tarde fui à Galiza bebi uma «queimada» e ouvi gaita-de-foles e o druida, entusiasmadíssimo, a espezinhar os castelhanos e os espanhóis enquanto mexia o líquido a arder; depois fui ao Alentejo e comi cachola e ouvi um coral daquelas bandas que me faz sempre arrepiar; rematei o dia a ouvir o Baile Popular, que deram um belo espectáculo. E tudo isto em pouco mais de 12 horas. Tem os inconvenientes dos acontecimentos que levam centenas de milhares de pessoas, mas tem as suas compensações e é insubstituível nesta profusão de culturas. A canseira é muita, claro, mas é só um dia... bom.