sexta-feira, 21 de março de 2014

No Limite da Dor - livro


Vejam bem esta maravilha de capa. Por dentro é melhor. Incorpora depoimentos completamente imperdíveis, que contribuem para que a memória não se perca. As entrevistas que Ana Aranha fez aos antigos presos políticos que sofreram torturas às mãos da PIDE/DGS não podiam ficar apenas em áudio. Alguém disse - e eu acredito - algo semelhante a isto: «Um povo sem memória é um povo sem história e um povo sem história é um povo sem futuro».

Brevemente nas bancas.     

quinta-feira, 20 de março de 2014

4ª Pós-Graduação em Antropologia Forense da Universidade de Coimbra

Abertas as candidaturas para a 4ª edição da Pós-Graduação em Antropologia Forense organizada pela Universidade de Coimbra em pareceria com o INML, sob a coordenação da professora Eugénia Cunha. 


As candidaturas começaram a 15-03-2014.

Toda a informação está disponível  na pagina: http://www.uc.pt/candidatos/escola_pos_graduacao/fctuc.



Maria Teresa Ferreira
(Coordenação executiva do Curso de Pós-Graduação em Antropologia Forense - FCTUC/ INMLCF.IP/ CENCIFOR)
CENCIFOR - Centro de Ciências Forenses

sexta-feira, 14 de março de 2014

A Brigada do Reumático e os Sons de Abril

Completam-se hoje 40 anos sobre a celebérrima cerimónia que ficou para a História como «Brigada do Reumático». Surge na sequência da publicação do livro Portugal e o Futuro, de António de Spínola, que à data era o nº2 das Forças Armadas, empossado há um mês. Porque o livro punha em causa a política do Governo para o Ultramar, Marcelo sentiu-se fragilizado (pediu a demissão ao Presidente da República 2 vezes) e procura apoio. Marca então este encontro em S. Bento, que ele quis que fosse transmitido em directo pela televisão, onde deviam comparecer todos os oficias generais presentes na metrópole para, digamos assim, prestarem vassalagem ao chefe do Governo, dizendo que as FA não tinham política própria. Acontece que as duas primeiras figuras da hierarquia das Forças Armadas, os generais Costa Gomes e Spínola, pautaram pela ausência, o que leva à sua demissão dos cargos que ocupavam. Estas demissões, principalmente a de Spínola, diga-se, leva à saída em falso das tropas do regimento das Caldas da Rainha, na madrugada de 16 de Março, o que se saldou na prisão de cerca de 200 militares, alguns deles oficiais que pertenciam ao MFA. Esta saída em falso e as consequentes prisões, levaram a acelerar o golpe militar desferido a 25 de Abril, que poria fim ao Estado Novo.   

Deixo-vos com os Sons de Abril - registos de factos históricos da rádio portuguesa.


Sons de Abril

quarta-feira, 12 de março de 2014

quarta-feira, 5 de março de 2014

No Limite da Dor - RTP Play - RTP

Para quem gosta de rádio, de bons programas de rádio, de História do Estado Novo e quer saber, em discurso directo e na primeira pessoa, como eram tratados os presos políticos quando sujeitos a interrogatório, siga por aqui:

                                                                                                             

                                            No Limite da Dor - RTP Play - RTP






segunda-feira, 3 de março de 2014

Livro novo? - Sim!

É verdade, já não falta muito e como diriam os Monty Python:

«E agora para algo completamente diferente»




mas sem ponta de piada, até com muita dor, revolta, e votos de que nunca, nunca, nunca mais se repita.

Também é diferente porque desta vez haverá uma pareceria. 
Até já!

sábado, 1 de março de 2014

Libertação dos presos políticos



No início da madrugada de 27 de Abril de 1974, após tensas negociações no seio dos militares revoltosos e pressão exercida por parte dos próprios presos políticos, eis que as portas das prisões se abriam e os homens e as mulheres, que estavam detidos por se recusarem a aceitar a ditadura, a guerra e o atraso da sociedade portuguesa, saíram em liberdade para que o dia «inicial, inteiro e limpo» se cumprisse.