«No primeiro dia do novo ano, António Guterres ocupará o cargo de secretário-geral da Organização das Nações Unidas. Fá-lo quando há muito se vai disseminando a ideia de que a ONU se encontra desajustada ao tempo que vivemos. Alguns analistas alertam mesmo para os riscos de implosão do organismo, e para os perigos inerentes a uma situação de vazio mundial no que toca ao palco onde se cuida do concerto das nações.» Assim começa a minha mais recente crónica para o Jornal Tornado e para o Lusitano de Zurique.
Espero muito francamente que para o ano, por esta altura, o mapa que apresento se mantenha rigorosamente assim. Seria um óptimo sinal, mas reconheço que o desejo parte de um optimismo a roçar a fé.
A
superstar Patti Smith afinal é feita de carne, ossos, pele, nervos e muito,
muito talento. Mas acima de tudo é um grande, grande ser humano. Apetece cantar
com ela para nunca, mas nunca se sentir sozinha. Maravilhosa Patti, se todos fossem como tu, seres humanos maravilhosos…
Que não seja por isso e venha de lá esse sempre adiado romance... aqui vai, via SIBILA - Revista de poesia e crítica literária
A técnica do escritor em treze teses Quem se propõe a escrever uma obra de grande envergadura deve ser indulgente consigo mesmo e, ao terminar sua tarefa diária, deve se conceder tudo aquilo que não prejudique a continuidade da mesma.Fale sobre o já realizado, de todas as maneiras, mas não leia nenhuma passagem a ninguém do trabalho em progresso. Qualquer gratificação que você obtenha dessa forma irá retardar o seu tempo. Se seguir o conselho, o desejo crescente de comunicação tornar-se-á, ao cabo, um motor para a conclusão do trabalho.Nas suas condições de trabalho, evite qualquer tipo de mediocridade cotidiana. O estado de semirrelaxamento, com o fundo de sons triviais, é algo degradante. Ao contrário, o acompanhamento de uma peça musical ou mesmo um murmúrio de vozes pode tornar-se tão importante para o trabalho como o silêncio da noite. Se este afia o ouvid…
Fascismos e Estado Novo, pelo professor Fernando Rosas - aula
para alunos da Escola Secundária Camões, Fevereiro de 2016. Muito
interessante, um óptimo contributo para o conhecimento da nossa História comum e
um instrumento que nos ajuda a traçar o paralelismo entre os anos 30 do século XX
e os nossos dias.
Não me espanta os quase 54% de votos que um ecologista conseguiu obter na Áustria, preocupa-me que, nas mesmas eleições, um neofascista tenha conseguido quase 47%. É preciso que os democratas conheçam as razões que o levaram a ascender a números de tal envergadura e combatê-las. Não sendo assim, nas próximas eleições ganha. Como alguém disse e com inteira razão, para que o mal triunfe, basta que o bem se aquiete.
Vamos estar em Gouveia no próximo dia 10 de Dezembro a apresentar a biografia de Vitor Alves. Falaremos do homem, do seu tempo, mas principalmente da sua influência para alterar o tempo que permitiu, entre muitas outras coisas, o Poder Local Democrático cujos 40 anos sobre as primeiras Eleições Autárquicas se comemoram, evento que serve de pretexto para esta apresentação.
Foi uma enorme e maravilhosa surpresa esta série que o Canal 1 da RTP passou durante três semanas. Uma delícia para os sentidos. Uma fotografia estupenda e declarações tão genuínas que nos tocam e chegam à molécula menos sensível. Quem somos? Donde vimos? Para onde vamos? É talvez o melhor espelho que vi sobre a Humanidade.
Quem estiver interessado, aqui está o link da página do blogue do nosso amigo Venerando Matos, onde se podem ver os três episódios da série. Um abraço ao Venerando pela gentiliza da partilha.