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Jogo de Damas - o bom cinema português

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Primeira longa-metragem da realizadora portuguesa Patrícia Sequeira ( nome a ter em conta), tem as interpretações de Ana Nave, Ana Padrão, Fátima Belo, Maria João Luís e Rita Blanco Uma agradabilíssima surpresa, confesso. Cedi às pressões familiares para ir ver, fui contrariado, mas ainda bem que fui. Confesso igualmente que no início temi ter razão em não querer à primeira alinhar nos desejos femininos familiares, devido a uma boa meia dúzia de frases feitas, a puxar ao poético forçado, mas depois o enredo começou a desenvolver-se, os talentos das actrizes a emergir e, caros amigos, saí completamente rendido. Belo filme, belíssimas interpretações, uma história e realização com laivos bergmanianos, mas com momentos de bom humor. Inevitavelmente, a trama traz-nos à memória os «Amigos de Alex», mas as personagens e a história são bem portuguesas e adultas. Gostei e recomendo vivamente. Dá gosto ver cinema português com esta qualidade.    

Carlos Ademar no Autores da TVI

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A propósito da biografia de Vítor Alves, fui convidado pelo Mário de Figueiredo para participar na nova série do programa Autores, parceria da TVI com a Sociedade Portuguesa de Autores. Participou também a professora Maria Inácia Rezola, autora da biografia de um outro destacado militar de Abril, Melo Antunes. Foi uma conversa muito agradável, que pode também ser interessante para os espectadores que se interessam por estes temas. Falamos igualmente de outros títulos de minha autoria, com destaque para os romances históricos e para o livro que fiz em co-autoria com Ana Aranha, No Limite da Dor. O programa foi emitido naquela estação televisiva na noite passada e vai repetir na TVI24, no próximo Sábado, dia 30.1., a horas impróprias, mas é o que temos, 6h45.  

No Limite da Dor em Benavente

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Nº 9 da Revista de Investigação Criminal

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Aqui está o nº 9 da Revista de Investigação Criminal acabado de sair do prelo e à V. disposição. Basta clicar para se aperceberem do recheio. Boas leituras

Adeus 2015; olá 2016

Adeus 2015, de má memória. Venha lá o ano novo, e que faça esquecer este rapidamente. Alguém escreveu que 2015 foi um ano péssimo com algumas coisas más. Não tenho razões para discordar, bem pelo contrário, só posso concordar. Dentro desta perspectiva, com a real noção das dificuldades, ficaria feliz se 2016 fosse um ano mau, com algumas coisas boas. Seria um avanço. No que respeita à escrita, 2015 não foi um ano mau. Consegui concluir e pôr à venda, em Setembro, o que representou para mim a maior empresa em que me envolvi em termos literários: a biografia de Vítor Alves. Foi um grande investimento em termos da recolha da informação bibliográfica, jornalística e testemunhal, mas, francamente e sem modéstia, acho que consegui atingir o objectivo de qualidade, que era a minha principal exigência à partida. As críticas que têm saído na imprensa e as que tenho recebido têm sido muito entusiasmantes. Saiu-me da pele, mas estou feliz. O ano que está quase a começar representar...

Quando Um Homem Quiser - Paulo de Carvalho

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Dedicada a todos os amigos que entendem neste tema o verdadeiro espírito natalício. A caridade substituida pela solidariedade e isto, parecendo pouco, é tudo. Nos últimos anos a primeira levou franca vantagem em relação à segunda - a regressão social ganhou. Os meus votos para os próximos tempos vão no sentido de que esta relação se inverta e ganhe a solidariedade e a sociedade portuguesa no seu todo. Desejar não custa.

slade - merry christmas everybody

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A canção de Natal dos meus 13, 14 anos. Era assim... Seja qual for a banda sonora que escolham, Boas Festas para todos.