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Strana Vita e Francesco Ambrosini

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Francesco Ambrosini foi o culpado. Foi ele que, em conjunto com a sua parceira de tradução, a portuguesa Marisa da Silva Valente, foi o responsável pela publicação em Itália de Estranha Forma de Vida, o meu terceiro romance.  Eis a capa que, aliás, já aqui mostrei. Tanto quanto me dizem, na data em que escrevo este post, o livro já se encontra distribuído por toda a Itália, o que muito me apraz registar.    


Este V. amigo e o Francesco, depois de um repasto em Cacilhas, com Lisboa em fundo.  Havemos de repetir.



Estranha Forma de Vida deu, em italiano, Strana Vita

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Estranha Forma de Vida, um romance que aborda a temática das máfias ligadas aos estabelecimentos de diversão nocturna de Lisboa, cuja primeira edição saiu em Portugal em 2007, foi traduzido para italiano com o título Strana Vita, estando por dias a distribuição naquele país. Trata-de um trabalho só possível pelo  interesse que o livro despertou aos tradutores, que o candidataram ao apoio à edição, promovido pela Direcção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas, sendo um dos vencedores. Os meus agradecimentos ao Francesco e à Marisa.

88ª Feira do Livro de Lisboa - 2018

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10 de Junho, Dia de Portugal, de Camões e das Comuniades Portuguesas (e como se não bastasse também é Domingo), estarei na Feira do Livro de Lisboa com a minha caríssima co-autora Ana Aranha para duas de conversa com os amigos que nos queiram visitar. 

Vitorino (canto) & Manuel da Fonseca (diz) - "O Maltês" (Os Malteses)

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Acho que fui um puto estranho. Tinha 15 ou 16 anos e o que eu gostava disto...

Na Vertigem da Traição em Alenquer

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A convite da Biblioteca Municipal de Alenquer, no Sábado passado, dia 12, apresentámos Na Vertigem da Traição. A apresentação ficou a cargo de Paulo Pascoal e convidei Álvaro Gomes para ler excertos do Preâmbulo. Contámos com apoio à divulgação da Alenculta e a sala estava bem composta. Sou suspeito, claro está, mas acho que foi uma bela tarde, porque a pretexto do romance falámos da História de Portugal, as décadas de 30, 40 e 50 do século passado, tempo em que decorre a trama.

Eugenia Rico - Os amantes tristes

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Adoro aqueles domingos em que me levanto sem saber como vou ocupar o dia. Não há trabalho, nem arrumações ou limpezas em casa - um dia para mim. Ontem, o meu editor ofereceu-me um livro (Os amantes tristes) acabado de sair em Portugal, de uma escritora espanhola, para mim desconhecida - Eugenia Rico. Nem sempre me posso dar ao luxo de ler romances, a História ocupa-me o tempo destinado a leituras e costumo deixar o prazer do romance para tempos mais folgados, entre escritas ou nas férias, quando o mar é mais azul.  Hoje o vento perturbou o dia, mas quando abrandava e abria o sol, estava-se magnificamente na rua. Assim, fui buscar a espreguiçadeira e acomodei-me com o livro nas mãos. Passado pouco mais de duas horas estava lido. Lê-se no tempo de um… vá lá dois gins, porque o gelo não se quer derretido. Quando escreveu este livro, publicado pela primeira vez em 2000, Eugenia Rico tinha menos de trinta anos e isto é importante, tendo em conta a maturidade da escrita. A trama anda à volt…