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A mostrar mensagens de 2018

Regresso com duas notícias

Tanto tempo... Só razões pesadas, duras, cruéis mesmo, me levaram a tão longo afastamento. Espero retomar este blogue, mantendo alguma regularidade.  Assuntos não faltam, tem faltado é a vontade necessária.  Veremos se está de volta. Esperemos que sim.
Para a retoma, duas notícias, uma péssima e outra óptima.
A primeira é a entrada da extrema-direita no Parlamento da Andaluzia. Um partido neofascista espanhol, recentemente criado, entrou em força na política espanhola através daquela região. Como será a nível nacional? Como será em Maio de 2019, quando ocorreram as eleições para o Parlamento Europeu? Como será em Portugal, talvez o último país do velho continente sem um partido fascista? Por quanto tempo assim se manterá? NUVENS CADA VEZ MAIS NEGRAS SE APROXIMAM.
A segunda notícia prende-se com a entrega na editora da 3ª edição (revista pelo autor) de O Homem da Carbonária, que sairá nos primeiros meses de 2019. Trata-se do meu romance mais vendido e estava esgotado desde há cerca de dez ano…

Novos Livros - Revista de Leitores para Leitores: TEOLINDA GERSÃO

Acho piada a estes questionários. Já um dia me fizeram um, mas como sou dotado de uma enorme  incapacidade para responder numa linha ou em duas, demorou um serão inteiro (mas ninguém saiu a meio - a porta estava fechada à chave). Foi giro vê-los a quer sair, aperceberem-se que não conseguiam e regressarem aos lugares em silêncio. O respeitinho é muito bonito. Foi no Café Literário, na Covilhã, quando era orientado pelo grande Manuel da Silva Ramos - velhos tempos. É tudo mentira, menos a porta estar fechada à chave. Ou é ao contrário?...

Novos Livros - Revista de Leitores para Leitores: TEOLINDA GERSÃO: Teolinda Gersão nasceu em 1940. Além de escritora é professora universitária. Publicou romances e livros de contos. Trata-se de uma das...

Os jovens franceses de 1962 e o ano 2000

Strana Vita à venda em toda a Itália

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Antologia de Autores Transmontanos, Durienses e da Beira Transmontana

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Um projecto muito interessante e de louvar, levado a cabo pela Casa de Trás-os-Montes e Alto Douro de Lisboa, no qual colaborei com gosto.

Strana Vita e Francesco Ambrosini

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Francesco Ambrosini foi o culpado. Foi ele que, em conjunto com a sua parceira de tradução, a portuguesa Marisa da Silva Valente, foi o responsável pela publicação em Itália de Estranha Forma de Vida, o meu terceiro romance.  Eis a capa que, aliás, já aqui mostrei. Tanto quanto me dizem, na data em que escrevo este post, o livro já se encontra distribuído por toda a Itália, o que muito me apraz registar.    


Este V. amigo e o Francesco, depois de um repasto em Cacilhas, com Lisboa em fundo.  Havemos de repetir.



Estranha Forma de Vida deu, em italiano, Strana Vita

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Estranha Forma de Vida, um romance que aborda a temática das máfias ligadas aos estabelecimentos de diversão nocturna de Lisboa, cuja primeira edição saiu em Portugal em 2007, foi traduzido para italiano com o título Strana Vita, estando por dias a distribuição naquele país. Trata-de um trabalho só possível pelo  interesse que o livro despertou aos tradutores, que o candidataram ao apoio à edição, promovido pela Direcção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas, sendo um dos vencedores. Os meus agradecimentos ao Francesco e à Marisa.

88ª Feira do Livro de Lisboa - 2018

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10 de Junho, Dia de Portugal, de Camões e das Comuniades Portuguesas (e como se não bastasse também é Domingo), estarei na Feira do Livro de Lisboa com a minha caríssima co-autora Ana Aranha para duas de conversa com os amigos que nos queiram visitar. 

Vitorino (canto) & Manuel da Fonseca (diz) - "O Maltês" (Os Malteses)

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Acho que fui um puto estranho. Tinha 15 ou 16 anos e o que eu gostava disto...

Na Vertigem da Traição em Alenquer

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A convite da Biblioteca Municipal de Alenquer, no Sábado passado, dia 12, apresentámos Na Vertigem da Traição. A apresentação ficou a cargo de Paulo Pascoal e convidei Álvaro Gomes para ler excertos do Preâmbulo. Contámos com apoio à divulgação da Alenculta e a sala estava bem composta. Sou suspeito, claro está, mas acho que foi uma bela tarde, porque a pretexto do romance falámos da História de Portugal, as décadas de 30, 40 e 50 do século passado, tempo em que decorre a trama.

Eugenia Rico - Os amantes tristes

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Adoro aqueles domingos em que me levanto sem saber como vou ocupar o dia. Não há trabalho, nem arrumações ou limpezas em casa - um dia para mim. Ontem, o meu editor ofereceu-me um livro (Os amantes tristes) acabado de sair em Portugal, de uma escritora espanhola, para mim desconhecida - Eugenia Rico. Nem sempre me posso dar ao luxo de ler romances, a História ocupa-me o tempo destinado a leituras e costumo deixar o prazer do romance para tempos mais folgados, entre escritas ou nas férias, quando o mar é mais azul.  Hoje o vento perturbou o dia, mas quando abrandava e abria o sol, estava-se magnificamente na rua. Assim, fui buscar a espreguiçadeira e acomodei-me com o livro nas mãos. Passado pouco mais de duas horas estava lido. Lê-se no tempo de um… vá lá dois gins, porque o gelo não se quer derretido. Quando escreveu este livro, publicado pela primeira vez em 2000, Eugenia Rico tinha menos de trinta anos e isto é importante, tendo em conta a maturidade da escrita. A trama anda à volt…

Entrevista (parcial) à Rádio Já - Feyzin-Lyon

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Em Feyzin.Lyon, pela 2ª vez

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Festival Literário Douro regressa ao Espaço Miguel Torga a 3, 4 e 5 de Maio

No Limite da Dor na Fundação José Saramago

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Foi no dia 18 de Abril que, com a caríssima Ana Aranha, o caríssimo Marcelo Teixeira e a querida Georgina Azevedo, uma das grandes entrevistas do livro, com a sala de eventos da Fundação José Saramago cheia, participamos numa animada sessão à volta de No Limite da Dor, que foi o pretexto para o encontro. 

Memórias do Exílio em Beja

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APAREÇAM!

No Limite da Dor em Tavira

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Naturalmente que não nos limitaremos a falar do livro. A sua temática não pode ser dissociada da luta contra a ditadura e assim, é nesta que focaremos as nossas intervenções, solicitando a colaboração de quem quiser estar connosco. Sejam bem-vindos. 

«Tolerância» religiosa - vivam as Primaveras Árabes

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Um óptimo exemplo da «tolerância» religiosa saída da Primavera Árabe no Egipto. Só vendo.



O Chalet das Cotovias e a biografia de Vítor Alves em saldos (porca miséria)

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Até dia 2 de Abril, O Chalet das Cotovias, um dos melhores romances de 2013 (digo eu), e a melhor biografia do «capitão de Abril», que por acaso era major, Vítor Alves, (podem dizer todos - à confiança) estão à venda nas lojas Continente a 50% do preço de capa.  Malditos dias estes, mas mais vale assim do que irem parar a guilhotina - só o nome custa a dizer.  

Conferência em Feyzin, Lyon, sobre o 25 de Abril

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Após a primeira viagem, em 2016, para falar da biografia de Vítor Alves, dois anos volvidos novo convite surgiu da comunidade portuguesa de Feyzin, Lyon, França, para fazer uma conferência sobre o 25 de Abril, tendo desta vez por base os meus mais recentes livros: Na Vertigem da Traição (romance publicado em Julho de 2017) e Memórias do Exílio, em co-autoria com Ana Aranha (entrevistas a antigos exilados políticos, apresentado no passado Sábado, dia 24 de Março). Lá estaremos no dias 28 para a conferência e 29 de Abril para uma entrevista a uma rádio para portugueses. Se é certo que o 25 de Abril já ficou para trás uns dias, é igualmente certo que é sempre tempo de celebrar a Liberdade e aquela data, pelo que representou para o povo português.   


Morreu Stephen Hawking

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Stephen Hawking (1942-2018)


(Imagem criada por Mitchell Toy)

Como era Portugal antes da Democracia?

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Em menos de 40 minutos, uma boa leitura do Portugal de antes do 25 de Abril. O seu visionamento recomenda-se a muitos portugueses e não apenas aos jovens que não viveram aquele tempo - felizmente para eles.







«Montagem para utilização didáctica em aulas de História

realizada a partir de extractos da série Portugal, um Retrato
Social, de António Barreto e Joana Pontes»








Convite para a apresentação de Memórias do Exílio

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Book trailer de Memórias do Exílio

O magnífico book trailer produzido pela Parsifal para Memórias do Exílio, que a partir de dia 7, quarta-feira, estará dispoível nas livrarias.

Canção n.º 6: Catarina Miranda - "Para Sorrir Eu Não Preciso De Nada" | ...

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Para que conste, esta era a minha favorita. Uma bela canção de Júlio Resende.

A "última entrevista" de Fernando Namora

Surgiu-me como a última entrevista de Fernando Namora, o que não pude confirmar. Guardo uma mais longa por ele concedida ao DN, em que falava da doença que acabou por o matar, do sofrimento e de quanto lamentava a falta de fé religiosa. Eu estava convencido que esta era mesmo a última. Um dia destes vou procurá-la nos meus caóticos arquivos, fotografá-la e postá-la aqui, porque sempre a achei um sério documento histórico. Para já aqui fica esta, concedida ao Tempo em 1988.
É só copiar:

https://escritores.online/a-ultima-entrevista-de-fernando-namora/

Memórias do Exílio - Livro III

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Ei-los, fresquíssimos e cheirosos. No dia 7 de Março,  Memórias do Exílio estará em todas as livrarias do país.

Memórias do Exílio - Livro II

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É amanhã, dia 23 de Fevereiro de 2018, que vou estar com Ana Aranha, a minha caríssima co-autora, em contacto com esta nova obra, que visa contribuir para combater a desmemória que gradualmente vai minando as mentes portuguesas relativamente à História recente do nosso país e à ditadura de quase 50 anos. Este período remeteu-nos para um atraso civilizacional nada compatível com o acontecia na Europa, que se desenvolveu exponencialmente após a II Guerra Mundial, enquanto por este canto do continente permanecíamos «orgulhosamente sós», pobres, tristes, vigiados, presos, torturados, mortos ou estropiados numa guerra estúpida, porque completamente anacrónica. Em alternativa a tudo isto, procurava-se o estrangeiro, quase sempre a tal Europa que se afastava a caminho de um futuro mais risonho para os seus naturais. Ali, os portugueses ganharam mundo, cresceram civilizacionalmente e procuraram tudo fazer para desgastar o regime português, combater a guerra de África, sempre na esperança de p…

Memórias do Exílio - capa

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Eis a magnífica capa de Memórias do Exílio
O livro vai para a gráfica amanhã e em Março estará nas livrarias.


Memórias do Exílio - Livro

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Tenho o grato prazer de comunicar que terminei hoje o meu trabalho para este novo projecto. A exemplo do que fizemos para No Limite da Dor, que começou por ser um programa de rádio, no caso a Antena 1, da autoria de Ana Aranha, e depois transformamos em livro, vamos repetir o modelo com este Memórias do Exílio. O modelo é o mesmo e a ideia também: para que a memória não se perca e tudo fique ao alcance da mão. 

Neste caso são doze entrevistas de homens e mulheres que, interrompendo o caminho que tinham sonhado, viram-se obrigados a abandonar o país para não serem presos ou para não alimentarem o exército colonial e uma guerra em que não acreditavam. E nem tudo foi fácil, como será fácil concluir, e que os testemunhos bem documentam.
Se os autores, Ana Aranha e este Vosso amigo, terminaram o trabalho, é tempo de entrar a editora, a Parsifal, e o editor, Marcelo Teixeira. É tempo da paginação, da revisão e da impressão, para que lá para final de Março, tenhamos à disposição mais um (sério…