Há crime na Biblioteca Camões

Certa manhã, o bibliotecário entrou na sala de leitura e deparou-se com o cadáver da empregada de limpeza caído junto à lareira. Um fio de nylon envolvia o pescoço e um sulco era bem visível. Alguns livros estavam tombados por ali, bem como uma pequena escultura de Luís de Camões, que apresentava vestígios de sangue. Salpicos avermelhados formavam um trilho que ligava o cadáver à porta. Uma janela permanecia escancarada e uma corda pendia até ao jardim. O bibliotecário empunhou o telemóvel e fez uma chamada. Os investigadores já vão a caminho…



Há crime na Biblioteca Camões na próxima 5ª feira à noite. Repete na 6ª à tarde.

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