A convite simpático de Paulo Pascoal Carvalho, coordenador da Biblioteca de Alenquer, estarei presente na tarde do dia 25 de Novembro no polo do Carregado para uma conversa com quem ali quiser comparecer..
Tanto tempo... Só razões pesadas, duras, cruéis
mesmo, me levaram a tão longo afastamento. Espero retomar este blogue,
mantendo alguma regularidade. Assuntos não faltam, tem
faltado é a vontade necessária. Veremos se está de volta.
Esperemos que sim. Para a retoma, duas notícias,
uma péssima e outra óptima. A primeira é a entrada da
extrema-direita no Parlamento da Andaluzia. Um partido neofascista espanhol,
recentemente criado, entrou em força na política espanhola através daquela
região. Como será a nível nacional? Como será em Maio de 2019, quando ocorreram
as eleições para o Parlamento Europeu? Como será em Portugal, talvez o último
país do velho continente sem um partido fascista? Por quanto tempo assim se
manterá? NUVENS CADA VEZ MAIS NEGRAS SE APROXIMAM. A segunda notícia prende-se com
a entrega na editora da 3ª edição (revista pelo autor) de O Homem da
Carbonária, que sairá nos primeiros meses de 2019. Trata-se do meu romance mais
vendido e estava esgotado desde há cerca de dez ano…
Estranha Forma de Vida, um romance que aborda a temática das máfias ligadas aos estabelecimentos de diversão nocturna de Lisboa, cuja primeira edição saiu em Portugal em 2007, foi traduzido para italiano com o título Strana Vita, estando por dias a distribuição naquele país. Trata-de um trabalho só possível pelo interesse que o livro despertou aos tradutores, que o candidataram ao apoio à edição, promovido pela Direcção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas, sendo um dos vencedores. Os meus agradecimentos ao Francesco e à Marisa.
Acho piada a estes questionários. Já um dia me fizeram um, mas como sou dotado de uma enorme incapacidade para responder numa linha ou em duas, demorou um serão inteiro (mas ninguém saiu a meio - a porta estava fechada à chave). Foi giro vê-los a quer sair, aperceberem-se que não conseguiam e regressarem aos lugares em silêncio. O respeitinho é muito bonito. Foi no Café Literário, na Covilhã, quando era orientado pelo grande Manuel da Silva Ramos - velhos tempos. É tudo mentira, menos a porta estar fechada à chave. Ou é ao contrário?...