Ericeira, hoje à tarde. Sol, vento, mar batido, mas agradável. Quanto ao resto, disponibilidade para amar, inveja, voyeurismo, ou apenas a captação de um belo momento bem enquadrado?
PARTILHO A CRÍTICA À PEÇA BASEADA NO LIVRO NO LIMITE DA DOR , QUE AJUDEI A FAZER COM ANA ARANHA E, PRINCIPALMENTE, DESCULPE ANA, MAS SEI QUE ACEITA DE BOM GRADO, COM OS ANTIGOS PRESOS POLÍTICOS TORTURADOS PELAS POLÍCIAS POLÍTICAS DO ANTERIOR REGIME, QUE FORAM ENTREVISTADOS PELA ANA ARANHA NO PROGRAMA QUE REALIZOU PARA A ANTENA 1. O TEXTO EXPLICA O QUE EVENTUALMENTE AQUI NÃO CONSTE. SINAIS EM LINHA plataforma de crítica e reflexão sobre artes performativas CRÍTICA “Nem traidor, nem herói” [No limite da dor] MARÇO 6, 2016 JOANA PAJUELO ALVES BEJA , FESTIVAL INTERNACIONAL DE TEATRO DO ALENTEJO , FITA 2016 , LENDIAS D'ENCANTAR , PAX JULIA DEIXE O SEU COMENTÁRIO No limite da dor . Texto: a partir do livro No limite da dor , de Ana Aranha e Carlos Ademar. Encenação: Júlio César Ramirez. Interpretação: Ana Ademar, António Revez. Cenografia: Júlio César Ramirez. Figurinos, grafismo e fotografia: Ana Rodrigues. Banda son...
A propósito da morte de Niemeyer e da frase de Chico Buarque, que o definiu como um «Um homem maior que a sua arte», recordei-me de uma grande entrevista dada pelo arquitecto, penso que ao Público, já ele ia nos noventa e muitos. O jornalista perguntou-lhe como é que se via face à grandeza da sua obra, reconhecida em todo o mundo. Com uma simplicidade desarmante, Niemeyer respondeu por palavras que não recordo textualmente, mas cujo sentido jamais esquecerei: grande homem foi Allende, que morreu de arma na mão a defender o seu povo e os seus ideais, «eu só faço uns riscos». Morreu um grande homem.
Um mergulho no gosto mais popular. A reportagem do lançamento do novo projecto de João Gil, Baile Popular, na Fábrica de Braço de Prata, no passado dia 23 do corrente.